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Mostrando postagens de outubro, 2025

Brasil Quebra a Hegemonia: A Diplomacia que Venceu o Unilateralismo Americano

  O ano de 2025 marca uma virada histórica nas relações internacionais. Enquanto os Estados Unidos insistem em práticas isolacionistas e unilaterais que os afastam da comunidade global, o Brasil emerge como protagonista indiscutível da diplomacia multilateral, consolidando vitórias que redefinem o equilíbrio de poder mundial e desafiam décadas de supremacia norte-americana. A recente reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump na Malásia, em 26 de outubro de 2025, simboliza essa transformação[1][2]. Após meses de tensão provocada por tarifas punitivas de 50% impostas unilateralmente pelos Estados Unidos, sanções contra autoridades brasileiras e interferências na soberania nacional, o Brasil não se curvou[3]. Pelo contrário, a diplomacia brasileira conduziu um processo que obrigou Washington a recuar e buscar diálogo em condições de respeito mútuo. **A Vitória da Dignidade sobre a Submissão** "O Brasil não precisou de conduta subalterna", celebrou o e...

Lula e Trump se Encontram e firmam acordos diplomáticos

  Lula e Trump se reúnem na Malásia em busca de solução para tarifas e sanções No domingo, 26 de outubro de 2025, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (Brasil) e Donald Trump (Estados Unidos) encontraram-se pela primeira vez frente a frente na cúpula da ASEAN em Kuala Lumpur, Malásia. O encontro bilateral, articulado em semanas de conversas diplomáticas, ocorreu em meio a uma crise comercial e política recente entre Brasil e EUA, marcada pela imposição de tarifas americanas sobre produtos brasileiros e sanções contra autoridades brasileiras. Historicamente, Brasil e EUA mantêm uma relação de longa data, mas nos últimos meses ela havia sido tensionada pelas medidas protecionistas de Washington. A cerimônia de cumprimento dos presidentes foi breve, porém Lula ressaltou que mantinha “otimismo com a possibilidade de avançar para ter uma relação mais civilizada com os Estados Unidos”. O líder brasileiro afirmou que “não há nenhuma razão para desavença” entre os países, buscando reto...